Acabo lendo meus livros e esquecendo de fazer as resenhas aqui. Mas desta vez terei que escrever algo sobre a trilogia mais perfeita que já li. Hunger Games!
Uma mistura de agonia e tristeza, felicidade e coragem, dúvidas frequentes, psicológicos instáveis e muita, muita ganancia. O primeiro dos livros, Jogos Vorazes, nos apresenta Katniss como a garota mais corajosa que se poderia esperar de alguém que precisa cuidar da família sozinha em um lugar onde a fome reina. Seu único amigo e companheiro de caçadas, Gale, está sempre ao seu lado.
E os Jogos começam levando Katniss e Peeta, o menino do pão que depois se torna muito mais que isso. Quem joga com quem? Ou deveria jogar contra a Capital? O final me surpreendeu muito!
Desafio colocado, agora a Capital quer ver Katniss morta a todo custo no segundo livro, Em Chamas. Novos jogos, desafiando o psicológico de cada vencedor que já conseguiu sair da Arena vivo. Cada tributo é posto contra o outro, pra mostrar pro resto dos distritos que nem os mais fortes sobrevivem ao dedo cruel da Capital.
Mas claro que isso não da totalmente certo e no terceiro livro, A Esperança, cade um dos agora 13 distritos se rebela e junta forças pra destruir a controladora e fútil capital de Panem. Milhares e milhares de mortos, alguns distritos quase que completamente dizimados. Tudo na causa de derrubar a corte que está fazendo do que sobrou da humanidade, um circo.
Durante o último livro fiquei dentro de uma reviravolta de emoções sem fim. Momentos em que achava que tudo daria certo, que ainda havia realmente ESPERANÇA e outros momentos em que achei que a guerra estava perdida mesmo sabendo que não seria possível terminar o livro assim. Agonia e dor tomam conta na Parte III mas a lição da trilogia é melhor que todo o resto.
No fim, o que nos leva a sobreviver é a coragem, subumana as vezes, mas ela faz com que passemos por cima de tudo por aqueles que nos são importantes. E escondida lá no fundo, nossa força é sentir que somos amados por alguém, porque quando percebemos que não há a quem recorrer no fim do dia, isso tira toda a coragem de lutar.
Mas lutar pelo que queremos, de verdade, é a única forma de mudar. E aí fica a dica pra nossa sociedade de hoje. Collins apenas demonstrou de forma extrema e realista o que nosso futuro nos guarda, na pior das hipóteses.


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